A cada três anos, a NFPA atualiza o Código Elétrico Nacional. A edição de 2026 está gerando polêmica no setor automotivo devido a uma proposta que exige proteção contra falha de aterramento nos carregadores de veículos elétricos, similar aos dispositivos em banheiros residenciais. Isso pode dificultar o carregamento em casa ou no trabalho, tornando os veículos elétricos menos práticos.
Os GFCIs monitoram a corrente entre os fios "quente" e "neutro", interrompendo o circuito ao detectar diferenças. No entanto, pequenas variações, como água nos cabos, podem acionar esses dispositivos.
A norma proposta exige um limite de 5 mA, adequado para a segurança, mas propenso a interrupções indesejadas em equipamentos de 240 volts.
Com a exigência de proteção em instalações fixas, as flutuações de energia em equipamentos maiores podem acionar frequentemente o desarme, especialmente se o reset demandar acesso a painéis elétricos.
Os carregadores de veículos elétricos possuem GFCI internos com limites de 15–20 mA, mas ainda assim, a configuração proposta pode causar desarmes sem necessidade, além de requerer reinicialização manual.
Uma emenda recente no código propõe a redução do limite para 5 mA, pressionando grupos como a SAE e fabricantes a contestarem em março.
Um código anterior para unidades de HVAC com limite similar causou falhas generalizadas em algumas regiões, levando à sua exclusão.
Infelizmente, o público geral tem pouco poder de ação, dependendo de especialistas do setor para pressionar por ajustes no código.
Resumo: A proposta de mudança no Código Elétrico Nacional, exigindo proteção de 5 mA para carregadores de carros elétricos, pode causar desarmes frequentes e dificuldades práticas para os usuários. O setor automotivo está pressionando por ajustes para evitar esses problemas.