O Marechal Montgomery, famoso herói da Segunda Guerra Mundial, era conhecido como "General Espartano" por levar uma vida austera. No entanto, ele possuía um Phantom III, que foi utilizado por ele, Churchill, Eisenhower e o Rei George VI em tempos difíceis. Após a guerra, em 1948, o Duque de Edimburgo testou um Rolls-Royce experimental, o ‘Scalded Cat’, que ainda é utilizado.
A celebração dos 100 anos do Phantom da Rolls-Royce é repleta de histórias fascinantes. O Xeique Zayed Bin Sultan Al Nahyan, "pai fundador" dos Emirados Árabes Unidos, usou um Phantom V em sua cerimônia de inauguração. Já John Lennon, após o sucesso do álbum "A Hard Day’s Night", personalizou seu Phantom V em 1964, mesmo diante das restrições da Rolls-Royce quanto a modificações. Mais tarde, ele foi mais ousado e repintou seu carro com motivos florais. Este veículo foi vendido por surpreendentes 2,2 milhões de dólares em 1985.
Elvis comprou um Phantom V em 1963 e até o vilão de Bond, em "Goldfinger", dirigia um luxuoso Phantom III. Desde o começo, o Phantom simboliza sucesso e poder, frequentemente tornando-se uma obra de arte para seus proprietários. Para celebrar 100 anos de excelência, a Rolls-Royce comissionou oito peças de arte únicas, cada uma representando as oito gerações do Phantom. Isso ecoa a tradição de Charles Sykes, que em 1910 criou pinturas originais para o catálogo da marca.
Qual é o Phantom que mais te encanta? E qual obra de arte melhor representa o espírito desta lendária criação?
O artigo explora a rica herança do Rolls-Royce Phantom, destacando histórias emblemáticas de proprietários icônicos e marcando o centenário com obras de arte exclusivas. Celebramos o Phantom como um símbolo de poder, sucesso e expressão pessoal ao longo das décadas.