Kuniskis afirma que as vendas estão melhorando. Com volumes de produção limitados, a prioridade passou a ser o cliente varejista nos EUA, em detrimento das vendas para frotas, especialmente locadoras. O resultado? As vendas no varejo cresceram 16% no primeiro trimestre e espera-se que atinjam 40% no segundo, encerrando o semestre com um aumento de 25%. Por outro lado, as vendas para locadoras caíram 90%.
A perda do acessível caminhão Ram Classic afetou as vendas, mas a marca planeja reagir. Um caminhão básico de $40 mil não está nos planos devido aos requisitos tecnológicos e regulatórios necessários, o que torna inviável um modelo tão simples. Uma picape média para substituir a Dakota está nos planos, mas detalhes ainda são escassos. A nova Ram 1500 2026, com preço inicial de $44.495, e 25 novos lançamentos de produtos estão a caminho.
Os veículos elétricos (VE) foram adiados. O Ramcharger começa a produção ainda este ano; o REV elétrico pode chegar até o verão de 2027. A Ram aproveita o atraso para observar o mercado e ajustar suas margens de lucro. "Precisamos chegar lá", diz Kuniskis sobre os VEs. Apesar das mudanças nas regulamentações, a eletrificação é essencial. O atraso permite melhorar a viabilidade financeira.
A Ram liderará com um VE de alcance estendido, o Ramcharger, que utiliza o motor a gasolina apenas como gerador, sem alimentar as rodas, diferentemente dos híbridos plug-in comuns. Todos seguirão esse modelo, garante o CEO.
Resumo: A Ram está em uma fase de recuperação com foco no varejo, redução nas vendas para frotistas e uma nova estratégia para veículos elétricos (VEs). A marca busca melhorar suas margens e se prepara para um futuro eletrificado.